Crise na Igreja?

A eleição do Cardeal Robert Prevost como Papa Leão XIV, não é uma "mudança" ou "retomada" da ORDEM na igreja secularizada! Mas tão somente uma "lufada de ar fresco", um "respiro" entre um mergulho e outro.
De "novo", nada fez o Papa Leão além de seguir, sem "farra", molecagens ou palhaçadas, o Missal Romano (sem aplausos, falsos carismas, ou “roupinhas” de grife). E ainda assim, com o vagar e a cautela de um agostiniano!
Quinhentos anos de mundanismos, apostasias e liturgismos, levaram a Igreja para tão fora do "rumo mariano” e cristológico, que apenas o cumprimento do Missal Romano, mesmo adulterado por Paulo VI e seus capangas, faz parecer que a Igreja está retomando o rumo de Jesus e do Espírito Santo: longe disso!

90% dos nossos Padres saíram dos Seminários corrompidos pelo Concílio Vaticano II; o “Catecismo Amarelo” é uma acomodação das heresias e negações contra 2000 anos de adoração, refinamento e inspiração divina, através do sangue dos mártires e da iluminação dos santos, ainda que promovida pelo “bem intencionado” Cardeal Ratzinger;
a “Novus Ordo Missae”, ou Nova Missa, também chamada de forma esclarecedora de “Missa do Povo”, foi INVENTADA do zero por uma comissão de 12 padres PROGRESSISTAS, com a assistência de 12 pastores e bispos PROTESTANTES, todos nomeados para esse fim pelo próprio Papa (as atas foram trancadas no cofre da Biblioteca do Vaticano, sob sigilo perpétuo);
Os Padres e Bispos Católicos, contrários a “queima” das tradições e da cultura da Igreja inspirada nas “fogueiras da vaidade” de Paulo VI, foram perseguidos, proscritos e até excomungados, como novos mártires, vítimas de Paulo VI e seus capangas.

O longo “caminho de volta” da Igreja de Cristo será penoso, e repleto de percalços, e não chegará a termo ainda neste século, nem retomará a notável representação que teve nos séculos XIII e XIV, quando o demônio percebeu que pra destruir o Cristo (impossível!) teria que destruir sua obra: a Igreja!
Desde então, vem tentando corromper a Igreja, através de seus sacerdotes: Papas, Bispos e Padres, e agora também, os Diáconos (raro o que não é comunista ou simpático a TL)!

Leão XIV, sereno e desconfiado, dá um passo de cada vez!
Primeiro, revalidando as normas do Missal Romano que, mesmo adulterado no Vaticano II, ainda conserva uma base Católica, descaracterizada por Francisco, mas preservada pelos poucos conservadores e algumas ordens (carmelitas, beneditinos, agostinianos) e movimentos de fiéis devotos;
Segundo, isolando cuidadosamente os “doutrinadores da apostasia”, os formuladores hereges que se abrigam nos Capítulos, nos Dicastérios, nas Prelazias e nas Dioceses, reduzindo suas capacidades e minimizando suas influências sobre paróquias, mosteiros e seminários. Os Conventos, primeiros alvos dos Progressistas do Vaticano II, terão de ficar para um “segundo tempo”;
Terceiro, esvaziando suas mãos molestadoras e depondo seus aspones, que sob a velada “ação sinodal”, conspurcaram a pureza da “esposa de Cristo”, violando sua fé e afastando-a de sua profunda união com Deus!

Nos próximos 20 anos, Leão XIV reconduzirá a Igreja aos termos do Missal Romano e do Código de Direito Canônico, norteando sua disciplina com uma atuação firme e balizadora, tendo como instrumento as normas e as regras do Dicastério para Doutrina da Fé (DDF), após substituir seus “problemáticos” integrantes (Cardeal Tucho Fernandes e companhia) por resilientes Discípulos dos Apóstolos, sem vaidades ou vícios.

A nós, pobres pecadores a espera de um pastor que nos apascente e conduza no bom caminho da justiça e do amor, cumprindo nosso destino e vivendo a segurança do decálogo, compete a contrição (ou mesmo a atrição) e a santidade! E a oração persistente e fervorosa, para que o Espírito Santo derrame sobre nós e sobre toda a Igreja, as graças e bençãos restauradoras, fortalecendo em nós todas as virtudes, mantendo-nos todos unidos em Cristo Jesus… mesmo que só restem doze!

Salve Maria

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