A Igreja das Américas - A Fuga de Roma!

Com o pífio crescimento vegetativo médio Europeu, e a Avalanche muçulmana que já predomina em inúmeros dos seus Estados-Membros, inexoravelmente o "Velho Mundo" caminha para a dissolução dos seus fracos e agonizantes governos, resultando na constituição de Califados Islâmicos, levando os poucos países, ainda equilibrados, a sucumbir ao peso da sua caótica desestruturação.

Está e a razão de fundo, que vem inspirando a formulação de uma "nova diretriz" de Política Externa e Segurança Nacional dos EUA, uma nova doutrina que reúne os pressupostos do MAGA e os alicerces do AMÉRICA FIRST, redirecionando o mapa de ações político-militares de interesses americanos, para atender apenas aos interesses americanos!

Aos EUA interessa apenas as questões hegemônicas regionalizadas, leia-se as Américas. Daí o indisfarçável cansaço dos cidadãos americanos com as intermináveis guerras na Ucrânia e Israel, os conflitos na Síria, Índia, Paquistão, Sudão, Nigeria, ... e a lista não termina. Os americanos querem estabelecer uma razoável e segura distância de amigos/inimigos de ocasião, como as teocracias-terroristas do Oriente Médio, ou a OTAN e os agonizantes estados membros europeus.

Em meio a este cenário de "terra arrasada", restará muito pouco espaço para a manutenção de uma monarquia teocrática, como o Estado do Vaticano, isolado num mar de mesquitas e Califados.

Necessário se faz repensar a Igreja das Américas, pois em poucas décadas, ao Papa e seus Cardeais restará a mesma fuga da "flotilha joanina", mais uma vez escapando de revolucionários sanguinários e falastrões. Se ainda não estiverem preparadas as retaguarda dos norte americanos, a côrte eclesiástica pode não sobreviver ao holocausto europeu, e nós aqui, estaremos premidos pela ausência de legitimidade, a constituir de afogadilho a toda uma aristocracia clerical dirigente, capaz de apontar os novos caminhos, e enfrentar os novos conflitos da ex-Igreja de Roma.

É certo que a formidável distância entre os blocos continentais da Asia-Africa-Europa-Oceania de um lado, e das Américas do outro, favorecerá a prevalência da hegemonia americana, diferentemente do outro bloco, fadado a dizimarem-se em guerras religiosas, tribais, étnicas e territoriais, como nos ensina a sangrenta história do islã.

Já é hora dos católicos das Américas, retomarem o rumo do diálogo reconciliativo e unificador, ante a iminência do maior, mais mortífero, mais sórdido e cruel dos conflitos humanos. Nesta mortandade, a carnificina da II Grande Guerra, servirá apenas como memória.

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